sexta-feira, 16 de abril de 2010

Sobre consumo, consumismo e problemas ambientais

Bom, de acordo com o assunto retratado deve-se prestar bastante atenção. Hoje em dia, o consumismo é a base do Capitalismo. Mas há um certo porque na questão: Por que as pessoas se deixam levar pela demosntração e pela vontade sem base para comprar tudo o que vêem na frente? Acho que essa é uma pergunta meio incerta, e não temos uma resposta para ela. É uma coisa que deveriamos pensar.
Tantas coisas desnecessárias que nós olhamos todos os dias jogadas em nossa casa...

Vamos começar por: O que é consumismo?

Consumismo é o ato de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ou prejucidiais para a nossa saúde ou para o ambiente. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de influência que as empresas, por meio da propaganda e da publicidade, bem como a cultura industrial, por meio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Muitos alegam que elas induzem ao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenômeno da sociedade de agora.
A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar devido às propagandas na TV e ao apelo dos produtos de marca. No entanto, a definição de necessidade supérfluas é algo relativo, já que um produto considerado supérfluo para alguém pode ser essencial para outra, de acordo com as camadas sociais a que a população pertence. Isso pode gerar violência, pois as pessoas que cometem crimes na maioria das vezes não roubam ou furtam nada por necessidade, e sim por vontade de ter aquele produto, e de não ter condições de adquirí-lo. Nesses casos, a necessidade de consumo se torna uma doença, uma compulsão, que deve ser tratada para evitar maiores danos à pessoa. Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente coisas que elas não irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à vontade de comprar.
A explicação da compulsão pelo consumo talvez possa se amparar em bases históricas. O mundo nunca mais foi o mesmo após a
Revolução Industrial. A industrialização agilizou o processo de fabricação, o que não era possível durante o período artesanal. A indústria trouxe o desenvolvimento, num modelo de economia liberal, que hoje leva ao consumismo alienado de produtos industrializados. Além disso, trouxe também várias conseqüências negativas por não se ter preocupado com o meio ambiente. A Revolução Industrial do século XVIII transformou de forma sistemática a capacidade humana de modificar a natureza, o aumento vertiginoso da produção e por consequência da produtividade barateou os produtos e os processos de produção, com isso milhares de pessoas puderam comprar produtos antes restritos às classes mais ricas.
A sociedade capitalista da atualidade é marcada por uma necessidade intensa de consumo, seja por meio dos mercados internos, seja por meio dos mercados externos, já que um aumento do consumo, registra-se uma maior necessidade de produção, que para atender a esta demanda gera cada vez mais empregos, que aumentam a renda disponível na economia e que acaba sendo revertida para o próprio consumo. O excesso de todo este processo leva a uma intensificação da produção e consequente aumento da extração de matérias-primas e do consumo de energia, muitas vezes, de fontes não-renováveis.
Às vezes, uma pessoa compra pela influência de outras,que na verdade, também são influenciadas pelas propagandas, filmes, revistas e etc. Ou seja, a sociedade cria um padrão, que tende a ser seguido pelas pessoas. Algumas mulheres, por exemplo, geralmente escolhem um corte de cabelo, roupas, sapatos e acessórios da moda com base em alguma atriz famosa.

Podemos ver um exemplo no video: http://www.youtube.com/watch?v=0vN-_gc8hMs

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Consumo, Consumismo e Problemas ambientais

A partir da expansão do sistema capitalista, assistimos a cada dia uma expansão das atividades comerciais e industriais, ao ponto de existir em nosso cenário uma infinidade de inovações tecnológicas e falarmos permanentemente em processo de Globalização. Tanta tecnologia e novos produtos, chegam diariamente aos mercados abrasando a economia mundial e inaugurando a cada momento a necessidade de um novo tipo de consumo. Ipod, Mp11, playsation 3, roupas de marcas famosas, reality shows e muitos ohttp://www.blogger.com/post-create.g?blogID=692050041433488840utros produtos são vendidos, consumidos e introduzem por meio da mídia e do marketing, novos meios de vida e consumo.

A nossa sociedade se tornou consumista, isto é fato explícito e diário na vida de todos, porém quais são as consequências de tais transformações para o planeta e para a própria sociedade? O que pode ser feito para promover mudanças neste quadro? Qual sua participação nisso? O que você faz para amenizar tais problemas?

Estes questionamentos iniciais, dão ínicio ao nosso debate virtual a respeito do consumismo.
Bem - Vindos.


domingo, 4 de abril de 2010

Tecnologia Solar: desafio do presente numa aposta com futuro


O Sol é a maior e mais antiga fonte de energia da Terra. A evolução da tecnologia permite, nos dias de hoje, utilizar a energia proveniente do Sol quer para aquecimento de água quer para produção de energia eléctrica. Os colectores solares térmicos, colocados nos telhados dos edifícios ou em centrais térmicas solares, fazem concentrar numa determinada área os raios do Sol incidentes, através de espelhos, aquecendo a água que circula num circuito fechado. Este processo utiliza-se, essencialmente, para aquecimento de águas sanitárias, águas de piscinas e produção de águas a elevadas temperaturas para uso industrial.

A principal desvantagem deste sistema de aquecimento é o elevado custo de instalação inicial, aliada ao facto de não poder ser usado em locais com pouca exposição solar, tendo muitas vezes de se utilizar em combinação com outros sistemas de aquecimento. Para produção de electricidade existem painéis fotovoltaicos, os quais têm aparência semelhante aos colectores solares, mas cujo modo de funcionamento é completamente diferente, pois transformam directamente energia solar em energia eléctrica.

As células solares, unidades fundamentais do processo de conversão de energia, são constituídas por materiais semicondutores (geralmente silício) e estão ligadas entre si, constituindo módulos. A electricidade produzida depende directamente da radiação incidente, cuja energia produz o chamado efeito fotovoltaico: a libertação de electrões (dos átomos que constituem as células), cria uma diferença de potencial eléctrico (tensão) entre os contactos metálicos de cada célula, havendo passagem de corrente eléctrica quando estes se ligam a um aparelho condutor.

As aplicações dos sistemas fotovoltaicos são múltiplas, podendo ir da utilização directa em pequenos sistemas isolados (por exemplo em calculadoras), até às centrais eléctricas solares.
A utilização de energia solar em Portugal tem vindo a aumentar, uma vez que, no nosso país, a radiação solar global se situa anualmente entre os 1500 e os 1800 kWh por metro quadrado - condições consideradas excelentes para aproveitamento de energia solar. Reflexo disso é a instalação recente de centrais fotovoltaicas no Alentejo.

Energia totalmente gratuita

Um outro exemplo é a crescente utilização, nas auto-estradas e itinerários principais, de painéis electrónicos, placas sinalizadoras e até telefones S.O.S. que funcionam a energia solar. Durante o dia, as células fotovoltaicas alimentam os aparelhos e carregam as baterias que os fazem funcionar durante a noite.

A energia solar é totalmente gratuita, mas a instalação e manutenção dos sistemas que permitem convertê-la em energia eléctrica têm custos elevados. O preço dos materiais semicondutores e a necessidade de armazenamento de energia para os dias mais nublados e para a noite, contribuem para encarecer o processo.

Por outro lado, para se obter um bom nível de eficiência, é necessário ter uma grande quantidade de painéis solares, distribuídos por uma grande área, com boa exposição solar. A instalação de centrais fotovoltaicas requer, por isso, grandes áreas de terreno disponíveis, em zonas de clima estável, com grande número de horas de luz solar.

Melhorar o processo, tornando-o mais eficiente é o grande desafio que se coloca hoje aos investigadores que trabalham nesta área.