quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
O computador mais rápido**

O Sequoia e um computador menor chamado Dawn estão sendo construídos em Rochester, Minnesota. Sua principal função será o uso em simulação de testes nucleares, mas a IBM afirma que eles também serão utilizados em tarefas complexas, como previsão de clima e exploração de petróleo.
Segundo a fabricante, o Sequoia consumirá seis megawatts por ano para funcionar — energia equivalente ao abastecimento de 500 casas nos Estados Unidos —, assim como o Roadrunner, e ocupará uma área de 318 metros quadrados.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Europa quer substituir carros por sistema de transporte aéreo pessoal

A ideia de um meio de transporte aéreo pessoal é antiga, englobando conceitos de carros voadores e aviões pessoais até aparatos exóticos, como diversos tipos de mochilas voadoras, que nunca saíram da categoria de curiosidades.
Mas isso talvez agora possa mudar. O centro de pesquisas da União Europeia, um organismo multinacional que congrega os melhores cérebro do velho continente, decidiu apoiar um projeto chamado Sistema de Transporte Aéreo Pessoal, que adotou a sigla PPlane.
O consórcio, que recebeu um financiamento de €4,4 milhões, é liderado pela francesa Onera e inclui universidades e institutos de pesquisas de 11 países europeus.
Veículo aéreo
O objetivo do projeto é ambicioso: "um novo paradigma para o transporte aéreo, destinado a diminuir os congestionamentos e revolucionar o conceito de viagens."
Como um carro privado, o veículo aéreo PPlane pessoal deverá oferecer os benefícios da velocidade e da eficiência que só são possíveis quando o passageiro tem o veículo à sua inteira disposição para ir diretamente da origem ao destino, sem precisar dirigir-se a estações.
A proposta coloca ênfase no design ambientalmente responsável, incluindo baixos níveis de ruído e redução das emissões de gases, sistema de propulsão ecológico e eficiência energética.
Tirar carros de circulação
O maior objetivo a longo prazo é tirar carros de circulação, oferecendo em troca o conforto de uma viagem mais rápida, de um lado, e a sustentabilidade ambiental de outro.
"Os objetivos ambiciosos foram estabelecidos para proporcionar reduções drásticas de ruídos e emissões, um aumento significativo da eficiência de combustível, um nível de segurança comparável ao dos aviões convencionais e baixo custo," afirma José M. Martin Hernandez, coordenador do projeto.
O projeto PPlane tem três anos para apresentar seus resultados.
fonte:Redação do Site Inovação Tecnológica
terça-feira, 23 de março de 2010
Levitação magnética de células poderá criar órgãos artificiais
Laboratório 3DOs cientistas parecem decididos a fazer pelos laboratórios de biologia o que Avatar 3D fez pelo cinema.
Entediados com as muito planas placas de Petri, e chefiados por uma cientista brasileira, pesquisadores da Universidade Rice, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica para cultivar células em 3D, reproduzindo as condições naturais em que elas crescem nos organismos.
"Há um enorme esforço em andamento para descobrir formas de crescer células em 3-D porque o corpo é 3-D, e culturas que se pareçam mais com os tecidos naturais fornecerão melhores resultados nos testes pré-clínicos de novos medicamentos," explica Tom Killian, um dos autores da descoberta.
Levitação magnética
A técnica de cultura tridimensional é simples o bastante para ser utilizada imediatamente em qualquer laboratório.
Hoje, quando as células são postas sobre a placa de Petri - um pequeno pratinho de vidro - elas são naturalmente puxadas pela gravidade, formando o que os cientistas chamam de filme, uma membrana na qual as células, a grosso modo, ficam umas ao lado das outras.
Mas, no corpo, as células crescem não apenas para os lados, mas também para cima e para baixo, formando órgãos em três dimensões.
Para reproduzir essa condição, a equipe da brasileira Renata Pasqualini utilizou forças magnéticas para levitar as células previamente dispersas por um meio líquido de cultura. Desta forma, elas ficam livres para crescer e se dividir sem os constrangimentos da superfície 2D de uma placa de vidro.
Andaime invisível
Embora aponte para visões futurísticas, como a criação de órgãos artificiais em laboratório, a partir de células-tronco ou não, o novo "andaime invisível" criado por campos magnéticos oferece uma ferramenta imediata para o crescimento de células tumorais.
A reprodução de um tumor em laboratório é essencial para avaliar como um determinado câncer irá reagir às substâncias que estão sendo desenvolvidas para destrui-lo durante o processo de desenvolvimento de novos medicamentos.
Mas existem outras possibilidades de uso da técnica de levitação celular: "Um próximo passo natural para nós será usar essa propriedade magnética para explorar possíveis aplicações na área de imageamento e de tratamento de tumores in vivo," afirma Wadih Arap, coautor do estudo.
"Este é um passo rumo à construção de melhores modelos de órgãos em laboratório," complementa a Dra. Pasqualini, bióloga formada pela USP e atualmente coordenadora do laboratório onde foi desenvolvida a nova técnica.
Fazendo células levitarem
Para fazer as células levitarem, os pesquisadores modificaram geneticamente partículas virais chamadas fagos (phage) e as dispersaram em um gel com uma textura finamente ajustada, contendo nanopartículas de ferro.
Quando as células que se quer cultivar são adicionadas ao gel, os fagos fazem com que as células absorvam as nanopartículas de ferro em poucas horas.
O gel é então descartado e substituído por um líquido menos denso, no qual a divisão e o crescimento celular podem se dar em condições otimizadas.
Colocando um pequeno magneto acima do recipiente, não muito maior do que uma moeda, os pesquisadores verificaram que as células se desprendem da base do recipiente e passam a flutuar livremente no líquido.
A localização e até a aglomeração das células podem ser controladas variando a intensidade e a posição do ímã que exerce a atração magnética sobre as células, fazendo-as "levitar" no interior do meio de cultura.
Cultivo de tecidos em laboratório
Resultados iniciais com células de tumores cerebrais, chamadas glioblastomas, mostraram que as células que crescem no ambiente 3-D produzem proteínas que são similares às produzidas pelo glioblastoma presente em modelos animais vivos - quando as células são cultivadas em 2-D, no método tradicional, essas proteínas não se parecem com as proteínas produzidas em ambiente natural.
"A beleza deste método é que ele permite interações célula-célula naturais para guiar a formação de microtecidos em 3-D. O método é incrivelmente simples e deverá ser um bom ponto de partida para a cultura 3-D de tecidos em qualquer laboratório interessado no desenvolvimento de novos medicamentos, na biologia das células-tronco, na medicina regenerativa ou na biotecnologia," resume Robert Raphael, coautor da descoberta.
Tecidos 3D
Vários grupos de pesquisas ao redor do mundo têm alcançado êxitos rumo ao cultivo de tecidos em laboratório usando técnicas 3-D.
Cientistas de Cingapura criaram sua própria versão de um gel para cultura 3D e cultiva de células-tronco. Pesquisadores do MIT também usaram um gel e eletricidade para cultivar células em 3D.
Um grupo da Finlândia usou uma técnica diferente, criando órgãos por meio de impressão, semelhante à tecnologia da impressoras jato de tinta, uma abordagem semelhante à usada pelos seus colegas ingleses para criar pele e ossos camada por camada.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Máquinas acionadas pelo pensamento avançam com interface neural portátil

Esta é a primeira vez que a técnica, totalmente não-invasiva, instalada apenas sobre a pele, atinge o nível para se tornar portátil, abrindo caminho para o controle cerebral de cadeiras de rodas, braços robóticos, ou mesmo equipamentos comuns do dia a dia, como computadores.
A equipe do Dr. José Contreras-Vidal usou um exame médico comum, a eletroencefalografia, para registrar os sinais elétricos do cérebro a partir de um conjunto de sensores colados sobre a cabeça.
Leitor de movimento 3-D
Os pesquisadores usaram sua nova técnica para reconstruir o movimentos 3-D da mão humana a partir dos sinais cerebrais coletados pelos sensores. Até agora, a reconstrução de movimentos exigia aparatos grandes ou a coleta de sinais de forma invasiva.
Para reconstruir o movimento tridimensional da mão, os pesquisadores construíram um equipamento especial para capturar as rotas dos dedos conforme eles se movimentavam a partir de um botão central até oito outros botões - uma espécie de leitor de movimento 3-D.
Os voluntários tocavam o botão central e, partir dele, tocavam outro botão de forma aleatória, repetindo o exercício 10 vezes. Enquanto isso, os cientistas gravavam seus sinais cerebrais e os movimentos da sua mão.
Depois dos experimentos, os cientistas conseguiram reconstruir os movimentos 3-D das mãos dos voluntários a partir unicamente dos sinais cerebrais registrados.
"Nossos resultados mostraram que a atividade elétrica cerebral coletada a partir da superfície da cabeça contém informação suficiente para reconstruir os movimentos das mãos de forma contínua e natural," diz o Dr. Contreras-Vidal.
As interfaces cérebro-máquina terão novo impulso com a coleta dos sinais cerebrais por meio de um aparato portátil e não-invasivo. [Imagem: José Contreras-Vidal]
Sensores especiais
Os pesquisadores descobriram que um sensor em particular, dos 34 utilizados, fornece a informação mais precisa. O sensor estava localizado na direção da parte do cérebro chamada córtex sensoriomotor primário, uma região que já se sabia estar associada aos movimentos voluntários.
O sensor da região do lóbulo parietal inferior também registrou informações úteis para o movimento da mão. Essa região coordena os movimentos de todos os membros. Os autores usaram os registros desses dois sensores para confirmar a validade do seu método.
Jogos controlados pelo pensamento
Este estudo tem implicações importantes para o futuro das tecnologias de interfaces cérebro-computador e cérebro-máquina, inclusive para as já existentes. Se simples acelerômetros fizeram o sucesso do Wii, imagine o que seria possível com jogos totalmente controlados pelo pensamento.
Mas o maior apelo para essas tecnologias cérebro-máquina é a recuperação do controle dos movimentos para pessoas deficientes ou que sofreram doenças neuromusculares graves, como a esclerose lateral amiotrófica, lesão da medula espinhal ou mesmo derrame cerebral.
O aparelho desenvolvido pela equipe para registrar os movimentos tridimensionais também deverá ajudar as outras tecnologias já existentes, que hoje exigem etapas de treinamento inicial do sistema e do operador bastante intensivas.
terça-feira, 16 de março de 2010
Robôs para idosos
Pele artificial quântica dará nova sensibilidade aos robôs
domingo, 14 de março de 2010

A idéia de fazer um teclado virtual já vem de alguns anos, porém nenhum que ofereça qualidade e comodidade como o da fabricante Celluon.
O Teclado Celluon CL80 é uma evolução de um modelo lançado ano passado. Seu funcionamento não tem complicações: é projetada uma imagem de um teclado em uma superfície, e escrita se dá quando o sensor detecta o movimento dos dedos.
Como inconveniente, temos de acostumar a um novo teclado e prática nessa nova tecnologia. O teclado pode ser utilizado em quase todos os gadgets que tenham conexão USB ou Bluetooth. Custa 100 dólares.
sábado, 13 de março de 2010
O sistema é capaz de apreender imagens a um ritmo nunca antes alcançado. Cada foto representa um intervalo de tempo mil milhões de vezes inferior a um segundo e funciona através de impulsos de laser. Depois de emitidos, estes impulsos são detectados e digitalizados, criando assim as imagens.Segundo a notícia da BBC , esta tecnologia tem o potencial para se tornar numa poderosa ferramenta de análise para, por exemplo, estudar amostras de sangue na pesquisa por células doentes.
A globalização extrapola as relações comerciais e financeiras. As pessoas estão cada vez mais descobrindo na Internet uma maneira rápida e eficiente de entrar em contato com pessoas de outros países ou, até mesmo, de conhecer aspectos culturais e sociais de várias partes do planeta. Junto com a televisão, a rede mundial de computadores quebra barreiras e vai, cada vez mais, ligando as pessoas e espalhando as idéias, formando assim uma grande Aldeia Global. Saber ler, falar e entender a língua inglesa torna-se fundamental dentro deste contexto, pois é o idioma universal e o instrumento pelo qual as pessoas podem se comunicar.
quinta-feira, 11 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Processador com nanotecnologia
"O protótipo do TRIPS é o primeiro em uma rota que levará a processadores flexíveis ultra-potentes, implementados com tecnologias em nanoescala," diz o professor Doug Burger.
O processador TRIPS é a demonstração do funcionamento de uma nova arquitetura de processamento de dados chamada EDGE ("Explicit Data Graph Execution"). Ao contrário dos chips tradicionais, que processam uma instrução por vez, a arquitetura EDGE consegue processar grandes blocos de informação de uma vez só e de forma mais eficiente.
domingo, 7 de março de 2010
Pé artificial com KERS recicla energia e facilita caminhada
Um pé artificial capaz de reciclar a energia não aproveitada durante os movimentos de um caminhar normal deverá tornar mais fácil a recuperação dos movimentos das pessoas que sofreram amputação.
"A experiência de um amputado que tenta andar utilizando uma prótese é a mesma que uma pessoa normal experimenta se tentar caminhar normalmente carregando um peso extra de 15 quilogramas," afirma o engenheiro biomédico Arthur Kuo, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.Em comparação com as próteses convencionais de pés, o novo pé artificial diminui significativamente a energia despendida em cada passo.
O caminhar humano natural despende energia conforme cada pé entra em contato com o solo entre os passos. Mas uma prótese convencional não reproduz a força que o tornozelo exerce para empurrar o corpo para a frente. O resultado é um gasto adicional de 23% de energia.
A solução encontrada por Kuo e seu colega Steven Collins foi utilizar a mesma tecnologia de recuperação de energia cinética utilizada nos freios dos veículos híbridos e elétricos.
Um sistema de recuperação captura a energia que seria dissipada e a utiliza para acionar um motor que exerce uma força para a frente, simulando o funcionamento de um tornozelo normal.
Um microcontrolador aciona o dispositivo no momento preciso a cada passo, disponibilizando para o paciente a energia adicional que ele havia perdido no passo anterior no exato momento em que ele necessita dela.
"Nós sabemos que há uma perda de energia quando se usa um pé artificial," diz Kuo. "Nós estamos cortando essa perda quase pela metade."
Pé com KERS
Nos testes de avaliação, baseados em medições da taxa de metabolismo, os pacientes gastaram 14% a mais de energia para caminhar usando o pé robótico - bem menos do que os 23% gastos quando se usa as próteses convencionais, sem o "KERS".
KERS é uma sigla para Kinetic Energy Recovery System - sistema de recuperação de energia cinética - usado nos veículos híbridos e elétricos, e em alguns carros de corrida, para aproveitar a energia despendida na frenagem, gerando energia que é armazenada nas baterias e utilizada posteriormente para ajudar a movimentar o carro.
Pé inteligente
Já existem pés robóticos que oferecem auxílio ao movimento, mas eles utilizam baterias grandes e não possuem a "inteligência" para liberar a energia no momento adequado.
Cientistas do MIT, por exemplo, criaram um pé robótico super avançado, mas que utiliza molas e um motor acionado por uma bateria recarregável para dar mais conforto ao paciente.
O novo pé robótico também possui uma pequena bateria para acumular a energia temporariamente entre os passos. Mas como ela é recarregada constantemente, sua potência é de apenas 1 Watt, não representando um peso adicional que anule os ganhos obtidos com a reciclagem da energia.
O novo pé robótico deverá estar no mercado até o final de 2010.
Adesivo desligável poderá permitir andar pelas paredes
A tensão superficial da parte exposta das gotas de água, que se projetam ligeiramente acima da superfície da placa porosa, é suficiente para que o dispositivo grude em outra superfície.
Será possível que um dia os humanos andem pelas paredes, como as lagartixas ou o Homem-Aranha?
Máquinas acionadas pelo pensamento avançam com interface neural portátil

Máquinas acionadas pelo pensamento avançam com interface neural portátil
Redação do Site Inovação Tecnológica - 04/03/2010
O aparelho desenvolvido pela equipe para registrar os movimentos tridimensionais também deverá ajudar as outras tecnologias já existentes, que hoje exigem etapas de treinamento inicial do sistema e do operador bastante intensivas.[Imagem: Bradberry et al. The Journal of Neuroscience]
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Interfaces cérebro-máquina
Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, criaram uma técnica aprimorada de leitura dos impulsos cerebrais que permitirá o avanço das interfaces cérebro-máquina e o controle de máquinas e equipamentos apenas pelo pensamento.
Esta é a primeira vez que a técnica, totalmente não-invasiva, instalada apenas sobre a pele, atinge o nível para se tornar portátil, abrindo caminho para o controle cerebral de cadeiras de rodas, braços robóticos, ou mesmo equipamentos comuns do dia a dia, como computadores.
A equipe do Dr. José Contreras-Vidal usou um exame médico comum, a eletroencefalografia, para registrar os sinais elétricos do cérebro a partir de um conjunto de sensores colados sobre a cabeça.
Leitor de movimento 3-D
Os pesquisadores usaram sua nova técnica para reconstruir o movimentos 3-D da mão humana a partir dos sinais cerebrais coletados pelos sensores. Até agora, a reconstrução de movimentos exigia aparatos grandes ou a coleta de sinais de forma invasiva.
Para reconstruir o movimento tridimensional da mão, os pesquisadores construíram um equipamento especial para capturar as rotas dos dedos conforme eles se movimentavam a partir de um botão central até oito outros botões - uma espécie de leitor de movimento 3-D.
Os voluntários tocavam o botão central e, partir dele, tocavam outro botão de forma aleatória, repetindo o exercício 10 vezes. Enquanto isso, os cientistas gravavam seus sinais cerebrais e os movimentos da sua mão.
Depois dos experimentos, os cientistas conseguiram reconstruir os movimentos 3-D das mãos dos voluntários a partir unicamente dos sinais cerebrais registrados.
"Nossos resultados mostraram que a atividade elétrica cerebral coletada a partir da superfície da cabeça contém informação suficiente para reconstruir os movimentos das mãos de forma contínua e natural," diz o Dr. Contreras-Vidal.
As interfaces cérebro-máquina terão novo impulso com a coleta dos sinais cerebrais por meio de um aparato portátil e não-invasivo. [Imagem: José Contreras-Vidal]
Sensores especiais
Os pesquisadores descobriram que um sensor em particular, dos 34 utilizados, fornece a informação mais precisa. O sensor estava localizado na direção da parte do cérebro chamada córtex sensoriomotor primário, uma região que já se sabia estar associada aos movimentos voluntários.
O sensor da região do lóbulo parietal inferior também registrou informações úteis para o movimento da mão. Essa região coordena os movimentos de todos os membros. Os autores usaram os registros desses dois sensores para confirmar a validade do seu método.
Jogos controlados pelo pensamento
Este estudo tem implicações importantes para o futuro das tecnologias de interfaces cérebro-computador e cérebro-máquina, inclusive para as já existentes. Se simples acelerômetros fizeram o sucesso do Wii, imagine o que seria possível com jogos totalmente controlados pelo pensamento.
Mas o maior apelo para essas tecnologias cérebro-máquina é a recuperação do controle dos movimentos para pessoas deficientes ou que sofreram doenças neuromusculares graves, como a esclerose lateral amiotrófica, lesão da medula espinhal ou mesmo derrame cerebral.
O aparelho desenvolvido pela equipe para registrar os movimentos tridimensionais também deverá ajudar as outras tecnologias já existentes, que hoje exigem etapas de treinamento inicial do sistema e do operador bastante intensivas.
NASA e GM juntam-se para transformar Robonauta em robô operário

Embora seja chamado de robô humanoide pela agência espacial, o Robonauta imita apenas o dorso humano, não tendo pernas.
Robô operário
Desenvolvido ao longo de mais de 10 anos, o conceito do Robonauta visava inicialmente a construção de uma solução robótica para as caminhadas espaciais e para a exploração da Lua e de outros planetas.
Embora seja chamado de robô humanoide pela agência espacial, o Robonauta imita apenas o dorso humano, não tendo pernas. [Imagem: NASA]
Agora, mais com o pé no chão, a NASA voltou o desenvolvimento também para a utilização em fábricas, criando um robô que seja mais flexível, em todos os sentidos, do que os tradicionais robôs industriais.
"Usando sistemas de controle de última geração, novas tecnologias de sensores e visão artificial, estes robôs poderão auxiliar tanto os astronautas durante as missões espaciais mais perigosas, quanto ajudar a GM a construir carros mais seguros," afirma a NASA em um comunicado.
Lado humano
Os controles, sensores e sistema de visão artificial são essenciais para que o robô possa, no futuro, trabalhar lado a lado com trabalhadores humanos. Esse tem sido, na verdade, o foco desta nova etapa de desenvolvimento do Robonauta, que também chamado de R2.
Para trabalhar em uma fábrica ao lado de humanos, o R2 está sendo desenvolvido para usar as mesmas ferramentas que os operários e atender a comandos de voz diretos, evitando a longa e custosa programação dos robôs industriais.
sábado, 6 de março de 2010
Apple mão-de-obra!
mão-de-obra infantil.
A Apple vem sendo criticada pelo uso de fábricas que abusam de
trabalhadorea em países subdesenvolvidos.
Durante a semana passada, 62 trabalhadores de uma fábrica que
produzia suprimentos para a Apple e para a Nokia foram envenenados
por ''n-hexano'', um produto químico tóxico que causa degeneração
muscular e visão obscurecida.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Feira na Alemanha mostra fliperama controlado pelo cérebro
Cebit 2010 ocorre em Hannover, com a participação de 4.157 empresas



Expositor mostra fliperama controlado por ondas cerebrais, apresentado na Cebit 2010. O evento foi aberto ao público nesta terça-feira (2), em Hannover, na Alemanha, com a participação de 4.157 empresas de 68 países, incluindo o Brasil. (Foto: AFP)
terça-feira, 2 de março de 2010
Impressora Apaga Papel Depois de Impresso
Uma maravilha dessas tem apenas um lado negativo: ocusto aproximado da impressora é de 5 mil dólares e um maço com mil folhas do papel especial que ela usa não fica por menos de 3 mil dólares
segunda-feira, 1 de março de 2010
Inventor da Nova Zelândia cria barco voador
http://www.youtube.com/watch?v=-j3AC6l3Q8Y
Criado um biochip capaz de detectar vírus

